sexta-feira, 13 de novembro de 2009

No Foco, Arpoador

Um segundo no tempo,
É o resumo da Cidade,
Mil sentimentos contendo,
Entre beijos do mar,
E córregos de doces quedas.

Bem ali no meio, Rio...
Não de forma irônica,
Mas de geito natural,
Como na criança ao sorrir.
Á outra, em momento celestial.!

Nomes com razão,
Tal como Arpoador,
De qualquer mortal,
Sofredor, ali é nobre,
Rodeado de tantas alegrias,
E à mar, é então tomado...

Talvez por um belo Senhor,
O qual não esconde seu ar,e,
Com a certeza do peso do pisar,
E o prazer simples que é ali,
No eterno, ao além do orizonte,
Sua história, sua vida, pousar,
Seja pelo Som da história...
Africana é a Tal semente,
Plantada em solo fértil,
Irrigada pela melhor gente,
Em meio a lirismo europeu,
Mais o novo, Brasileiros contentes.

Ou a diversão leve de sair,
Ver o Sol girar, gente andar...
Olhar...bom é o simples curtir,
E o peso das horas deixar levar;

E à quem, ao "meu" do luxo se contente,
porém é difícil é manter este sempre,
Já no rapaz humilde é mais constante,
Sabe pedalar, e não precisa buzinar,
Passa por ai, pelos obstáculos à esquivar

E ali, Ela, à frente, bem no caminho,
Não como barreira, mas sim rampa, à voar,
Com olhinhos feitos de puros objetivos,
Indicando a melhor das ondas de todo um mar,
Assim, também conduz à outros bons motivos,
Como naquele local simplismente estar...
Por todo os motivos anteriores, e também
Poider deixar levar, do pulsar, do coração.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Anatomia 1

Budas controlam a motilidade...

Nódulos linfáticos além de tudo ainda fazem a formação da onda... peristaltica,

Cel. nervosas, sist. nervoso já fazendo parte ao absorver... respondendo ao alimento, (e não é que mantem...)

Musculo que contrai, mas não se tem controle... liso é. O denominado controlador é o nervoso (sistema) entérito (autonomo).
Autônomo... interessante... um tipo de piloto automático....

Já na boca, faringe e no superior do ezofago é muito bom poder controlar, ainda mais pela Primeira...

Oh, e logo abaixo do diafraga esta...Túnica Serosa!
Espitelia simples, escamosa é... túnica areolar secretando o líquido seroso, os orgãos assim como o trato todo à deslizar...

Laringe... lá... Ringe, parece um bom lugar, quando nascem palavras do externo, ao interior, e volto para apreciar, sonorizar, o exterior.
Se acha o musculo palataginoso


E quando me deixas de perna pro ao, ao menos o patalamo não(ou não)

A língua, é o melhor, principal, orgão do gosto, e qual o melhor gosto? (!)

domingo, 1 de novembro de 2009

Certa

Não é como um Monge, o poeta;
Mas após um devaneio,
Sabe cativar a ilusão,
Apreciar e realizar,
Não precisa da presença "certa".

!

Ali o Sol esta a nascer,
Junto de um verso vindo,
Vejo um caminho iluminado,

Centro do Rio de Janeiro

Dois Chineses
adentrando Hotel Puma,
Conversaram em chinês,
Já não sei se eram mesmo.

Na escura agora, pára,
Ele, de um dia em seu passado,
No Brasil em plena liberdade,
Hoje, de DNA, sangue e rosto,
Do 1° colonizador, és Índio,
Hoje esperando ônibus.

E passou o Olaria,
Que como dizem,
Nas olimpíadas será:
"Hello, Smile".

Um casal...
À mim um lugar real,
À eles mais...
Um lugar romântico.

Um matusquela,
Com pinta de bandidinho,
Vai e volta, deve pensar:
"Louco é louco não é a tôa,
Ele brinca com um caderninho,
Estranha pessoa..."

O dia quase chegando,
E chega o ônibus certo!
Mas à mim não parou,
Apesar do sinal,
O n° anotei para reclamar!
Mas ao rever o texto,
Acrescento que não fiz
Talvez por essa espera,
Tenha sido mais feliz.

Gente estranha/diferente...
Ou estranho/diferente ali sou eu?!

Um trabalhador, melhor um pouco,
É bom ver alguém de bem,
E lembrar que de bem também sou.

Agora aparecem,
Dois conhecidos amigos,
E Me situam num ponto melhor,
Em frente ao nascer arroxeado,
Sobre um belo casebre colonial,
De cores novas, bem preservado,
E dois gigantes "novidade",

No cantinho de céu que sobra,
Dessa garganta de ferro e concreto,
Passa uma Fragata, fêmea...
Aquela que dorme voando,
Sobre o céu, querendo, clareando,
Logo, logo, vêm outra nova...

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Ar que existe

Após... agora, sem som e opção;
Encostado, beirando a janela,
Observo: marcas nos quadrados;
Que viram em outros dias, ó tempo...
De um centro presente e novo local
Residencial e pacato do Império Rio.

No banco da praça colonial,
Destacada, fogo na extremidade,
De falanges leves, como o ar
Novo, à exala, e à inebriar volta,
Em qualquer destino ao expirada.

Sedas em camada epitelial,
Superficie além limites,
Em traçados geométricos,
Devaneios de seleto artesão,
Talvez, Da Vince em abstração.
Com químicos, aí nobres,
Vermelhos, e tal qual em flores,
Atraem diversos admiradores.

Simples moldura.
Um Rio beira Baía,
Da Guanabara,
Beleza necessária,
Para acompanhar.
Assim seguiria,
À margem do vulcão,
Flamejante ao olhar.


Com anseio, pretendo ao ar,
Para completamente me tragar,
Como ferormônios que ativam,
Ou reflexos da luz que pintam.

Desde a hora que veêm,
Absorve-se e em sintese,
amarazenar, no ciclo
de produção energética,
assim como na percepção;

Ao liberar em energia,
É eternizada também,
Em outras formas...
Como no ar que expiro,
E um aquecimento global,
Por tal motivo, adoraria,
E feliz, eu todo tisnaria.

Comparando, simples
é o ato de quem versa,
E grande é a presença.

Assim, um conhecido chama,
Canta a amiga Monize,
Me chama de poeta,
E pede uma rima...
"É unica como o momento
em que ele disse."
Assim termina. Contento..

Ao céu, sobre uma marquise;
O melhor, é o ar que existe.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

"O Beija-Flor é quem precisa da Flor ou a Flor é quem precisa do Beija-Flor?!" Dalgas Frisch

Não suspeite que não,

Num puro momento
Da flor com o beija flor,
Há muito mais ,
Que o belo encontro...

Perfuma e há de criar:o vôo,
Preço justo por ele ter,
Nectar como fonte de viver...

Mas ele vai, deixa de subir,
Ela murcha, e há de cair,
No chão, o fruto, e assim um dia,
Há de crescer, crescer, e ao Sol,
Florescer e o belo encontro,
Estará alí, vivo e eternizado.