Não tenho alegria,
Para procriar a espécie,
Mas, sim procrio...
Para manter a alegria,
Que criou a espécie.
sábado, 30 de maio de 2009
Acha
Acha...
Pois é raro...
Acha, não pretendo,
Nunca a ti falar,
Restando apenas,
O puro expressar.
Sim, bom é sonhar, mas ,
Acha, ótimo é no ar,
Corpo e alma dançar.
Generoso é o Sol, mas,
Acha, afável é o trovador,
Acha, ali no canto, aquardando,
Um violão ao doce ouvido tocar.
Acha, um mar azulado,
O Nascer sobre a janela,
E, pelo por no Arpoador,
Sempre porque, arpo a dor.
Acha, um motivo é já existir,
Se for pouco, lhe mostro.
Todas fotos de um álbum todo,
Se não acha,
A estação passa, e,
Novas flores surgem
Ou mesmo a sua,
Ressurge.
Pois é raro...
Acha, não pretendo,
Nunca a ti falar,
Restando apenas,
O puro expressar.
Sim, bom é sonhar, mas ,
Acha, ótimo é no ar,
Corpo e alma dançar.
Generoso é o Sol, mas,
Acha, afável é o trovador,
Acha, ali no canto, aquardando,
Um violão ao doce ouvido tocar.
Acha, um mar azulado,
O Nascer sobre a janela,
E, pelo por no Arpoador,
Sempre porque, arpo a dor.
Acha, um motivo é já existir,
Se for pouco, lhe mostro.
Todas fotos de um álbum todo,
Se não acha,
A estação passa, e,
Novas flores surgem
Ou mesmo a sua,
Ressurge.
Volta
Adentro! Avante!
Consoante interminável...
Superfície oca.
Dê céu estrelado
E pele macia...
Reina no fundo do mundo.
Tão longe que dá voltas,
E Voltas,
Faz parte de tudo:
A volta.
Consoante interminável...
Superfície oca.
Dê céu estrelado
E pele macia...
Reina no fundo do mundo.
Tão longe que dá voltas,
E Voltas,
Faz parte de tudo:
A volta.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
00.22
Para onde vai?
sempre quis saber...
será que é para compensar?
tanta maldade, injustiça?
e balanceando ameniza?
Para onde vai aquele anel?
para onde vai aquele olhar?
aquele afeto, aquele apreço?
o mundo é grande e ele da a volta?
e volta?
eta mundo lerdo então...
se faço amor com esta tela,
agora ela não se derrete em paixão,
mas a mim brilha bonito,
e com todo o mais esta em combinação...
mas tenho mão e tudo mais,
que ela não pega, só com meu olhar,
assim, parece com o tal contentar...
não precisa do que pensar,
o que é bom é leve e basta deixar levar,
mais novas flores belas à inventar,
e amanha não sei o que será...
pensei em Shakespeare antes de durmir,
devia ter algo de duro, não tão belo como ler,
pois se tivesse todo aquela auge na realidade,
não bastaria só no mel viver? para que escrever?!
plantaria para tanta gente um dia colher?
ou até ele próprio depois de escrever?
antes, não deve ter sido tão bom quanto ler.
mas certo, se peita o adverso e ganha o tempo,
é porque esse mel é o sonhado eterno veneno.
sempre quis saber...
será que é para compensar?
tanta maldade, injustiça?
e balanceando ameniza?
Para onde vai aquele anel?
para onde vai aquele olhar?
aquele afeto, aquele apreço?
o mundo é grande e ele da a volta?
e volta?
eta mundo lerdo então...
se faço amor com esta tela,
agora ela não se derrete em paixão,
mas a mim brilha bonito,
e com todo o mais esta em combinação...
mas tenho mão e tudo mais,
que ela não pega, só com meu olhar,
assim, parece com o tal contentar...
não precisa do que pensar,
o que é bom é leve e basta deixar levar,
mais novas flores belas à inventar,
e amanha não sei o que será...
pensei em Shakespeare antes de durmir,
devia ter algo de duro, não tão belo como ler,
pois se tivesse todo aquela auge na realidade,
não bastaria só no mel viver? para que escrever?!
plantaria para tanta gente um dia colher?
ou até ele próprio depois de escrever?
antes, não deve ter sido tão bom quanto ler.
mas certo, se peita o adverso e ganha o tempo,
é porque esse mel é o sonhado eterno veneno.
Verão a beira à mar...
Era um dia cinza, sem Sol,
um passeio com um livro,
não lido, pois do céu: pingo,
Andando pelo caminho,
uma rosa a beira-mar,
não era para lá estar,
mas sim na água, à mar...
e assim à guiei e olhei...
natural, pela correnteza,
o olhar com ela foi...
Na direção do pôr, fomos juntos,
ela ia ao mar aberto, eu ao pontão,
eu com certo, na memória conservo,
na hora, ela nas ondas, bela, certa,
na areia não, e eu como um anjo...
protegendo da dureza deste chão,
sempre a guiando às águas, à leveza...
Nas águas de Yemanja,
assim, era harmônica,
até... seguir e bem sumir...
e ao olhar para beira-mar,
vi outra flor a se fotografar...
não pude não...
um passeio com um livro,
não lido, pois do céu: pingo,
Andando pelo caminho,
uma rosa a beira-mar,
não era para lá estar,
mas sim na água, à mar...
e assim à guiei e olhei...
natural, pela correnteza,
o olhar com ela foi...
Na direção do pôr, fomos juntos,
ela ia ao mar aberto, eu ao pontão,
eu com certo, na memória conservo,
na hora, ela nas ondas, bela, certa,
na areia não, e eu como um anjo...
protegendo da dureza deste chão,
sempre a guiando às águas, à leveza...
Nas águas de Yemanja,
assim, era harmônica,
até... seguir e bem sumir...
e ao olhar para beira-mar,
vi outra flor a se fotografar...
não pude não...
terça-feira, 28 de abril de 2009
Rumo
Um poema de rumo torto,
Não tem saída,
Nem história,
E jamais chegará a um porto.
Qual a razão de existir?
Deve ser por um dia,
Algo entrar,
E assim ela completa ao sair.
Não tem saída,
Nem história,
E jamais chegará a um porto.
Qual a razão de existir?
Deve ser por um dia,
Algo entrar,
E assim ela completa ao sair.
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