terça-feira, 6 de abril de 2010

Olhar de Lua

Ao olhar de Lua,
A atenção agora é toda sua,
E ao partir, fico com a imaginação,
De voar pelo espaço atrás de sua iluminação.

domingo, 4 de abril de 2010

À floresta

É feita de azul, de
cêntrico alaranjado.
No pouso do olhar reflete
verde tom vida sorrindo.

Elevado expirar, à inspirar,
nobre por polinizar.
Natural tanto (tanto.) no sentido
de peculiar como no de sorte.

Na vida saber ser cores,
a Flor é evolução.
Origem do fruto, semente,
mel, é especialização,(a troca).

Sem fim desde carnaval atípico
de santo e(m) Santa, no Céu, Rio.
Até salões, Laje, outro estado... ,
até campo à floresta, o sentir criar.

quinta-feira, 25 de março de 2010

O "pôr" do dia

Acontece posterior à
Uma grande exaltação
Do dia, é feito então:
Dois lados, opostos.

Clareza e felicidade,
Um lado inspira olhar,
Outro sombras à criar,
Sendo menos preferido.

O de céu quase escuro
Ainda tem o outro para
Lhe amenizar, mas este,
Não interfere no claro.

Luz e texturas em vel,
Demonstra o que pode,
E parti, para sua luz
Pintar em novo papel.

E assim a sombra se vê,
Sozinha, vista de longe
Por outros de clareza e
Pela suntuosa:luz recria.

E ao questionar, pensar,
Refletir, abstrair, seguir
Fluir, sentir, apaixonar, é.
Clareia. Alvorada. È dia.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Soneto do Bom Desejo

Uma máquina fotográfica no bolso,
Um enquadramento, na mente e olhar,
Ânsia para conhecer e saber tudo,
Tendo ali, uma biblioteca popular.

Não são iguais, á querer o mundo,
Sem ombros e costas fortalecidos,
Nem querer ser estimado por todos,
Sem ao menos, por si próprio amado.

Desejo bom, é aquele não só apenas
Em vontade, longe de ser realidade
Desejo bom, é quando quer, realizas.

O ódio e alguém muito mau combinam,
A raiva e uma situação aboninável,
Assim como a carência e ter á quem.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Soneto Dita

Indomável, palavra dita
Lembra o que me inspira,
Longe chegar, sem precisar
Questionar, se irá voltar;

Das quedas esta que não
Cai, duro, no sólido chão,
Mas flutua até o destino,
Caso: morte, é voltar menino.

Não entende o não querer,
E nem o muito bem querer,
Mais importante é ali ser.

E se sou, meu ar se torna
Algo que passeia por ti,e
Dentro da tua boca, entorna.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Soneto da Escolha

Palavras nada valem,
Sem o peso da escolha,
Por algo novo em folha,
Grande, na entrega tem.

Achar-se, um entediado,
Jamais, se em algum aqui,
Mundo do agora, conectado,
Sons, cores, sabor caqui...

E inesperado apareçe
Um brilho de arco íres
Á mim, á troca, enaltece.

Pelo "Sonhar com o sonho",
Um pote de ouro proponho,
Felizes e serenos viver.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Laranja




Laranja és tal qual:
Lá longe, como sempre
Quis por perto:
Uma terra de amores,
Aproveitada por completo;

Já, aqui, "A" cor sendo
Em minha blusa, vinda do
Verde, a beleza entoa,
Céu perfuma; e voa
quem para a vida
no nectar faz morada;

Se o verde é a experança
É você, laranja,(-te!)
Que na vida faz arte,
Simples andar é dança

Sendo assim...do ver um elixir,
Ligada á muito além da retina,
Bate forte no pulsar maior do sentir,
É um inspirar natural lhe examinar,
Exemplo: na mais bela hora do dia,
Ser no sol no pôr ou nascer, iradia
Apreciar-te, é esta a minha nobre sina.