Não se engane por tal descrição,
Aqui começa algo que não tinha
Planejamento ou qualquer noção.
Mas tal qual a luz que aparece
"Sem querer", o verso: há de ser.
E o princípio e o fim deste ler
Não importa mais do que só um
Momento aqui se prender, e ter
Um segundo mais vazio/cheio
Do que tinha no jornal de ontem.
Pois como disse, é de ontem.
Quanto cabe em segundos vazios
De tudo aquilo que disseram,
Todos eles: mãe, pai, irmão,
jornal, professor, avô, avó?
No do Einstein coube E=MC²,
E a tal relatividade, pode crer.
Meditação, inspiração, insigth,
Combinam com gênialidade, porém,
Não se engane, longe de um grande
Ego e mais que belos talantos.
É apenas, ao ganhar de "algo/alguém"
Um nobre preenchimentos, era esse,
"O Enigma do Universo", do grande,
humilde, são, feliz, Albert.
domingo, 2 de maio de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Olhar de Lua
Ao olhar de Lua,
A atenção agora é toda sua,
E ao partir, fico com a imaginação,
De voar pelo espaço atrás de sua iluminação.
A atenção agora é toda sua,
E ao partir, fico com a imaginação,
De voar pelo espaço atrás de sua iluminação.
domingo, 4 de abril de 2010
À floresta
É feita de azul, de
cêntrico alaranjado.
No pouso do olhar reflete
verde tom vida sorrindo.
Elevado expirar, à inspirar,
nobre por polinizar.
Natural tanto (tanto.) no sentido
de peculiar como no de sorte.
Na vida saber ser cores,
a Flor é evolução.
Origem do fruto, semente,
mel, é especialização,(a troca).
Sem fim desde carnaval atípico
de santo e(m) Santa, no Céu, Rio.
Até salões, Laje, outro estado... ,
até campo à floresta, o sentir criar.
cêntrico alaranjado.
No pouso do olhar reflete
verde tom vida sorrindo.
Elevado expirar, à inspirar,
nobre por polinizar.
Natural tanto (tanto.) no sentido
de peculiar como no de sorte.
Na vida saber ser cores,
a Flor é evolução.
Origem do fruto, semente,
mel, é especialização,(a troca).
Sem fim desde carnaval atípico
de santo e(m) Santa, no Céu, Rio.
Até salões, Laje, outro estado... ,
até campo à floresta, o sentir criar.
quinta-feira, 25 de março de 2010
O "pôr" do dia
Acontece posterior à
Uma grande exaltação
Do dia, é feito então:
Dois lados, opostos.
Clareza e felicidade,
Um lado inspira olhar,
Outro sombras à criar,
Sendo menos preferido.
O de céu quase escuro
Ainda tem o outro para
Lhe amenizar, mas este,
Não interfere no claro.
Luz e texturas em vel,
Demonstra o que pode,
E parti, para sua luz
Pintar em novo papel.
E assim a sombra se vê,
Sozinha, vista de longe
Por outros de clareza e
Pela suntuosa:luz recria.
E ao questionar, pensar,
Refletir, abstrair, seguir
Fluir, sentir, apaixonar, é.
Clareia. Alvorada. È dia.
Uma grande exaltação
Do dia, é feito então:
Dois lados, opostos.
Clareza e felicidade,
Um lado inspira olhar,
Outro sombras à criar,
Sendo menos preferido.
O de céu quase escuro
Ainda tem o outro para
Lhe amenizar, mas este,
Não interfere no claro.
Luz e texturas em vel,
Demonstra o que pode,
E parti, para sua luz
Pintar em novo papel.
E assim a sombra se vê,
Sozinha, vista de longe
Por outros de clareza e
Pela suntuosa:luz recria.
E ao questionar, pensar,
Refletir, abstrair, seguir
Fluir, sentir, apaixonar, é.
Clareia. Alvorada. È dia.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Soneto do Bom Desejo
Uma máquina fotográfica no bolso,
Um enquadramento, na mente e olhar,
Ânsia para conhecer e saber tudo,
Tendo ali, uma biblioteca popular.
Não são iguais, á querer o mundo,
Sem ombros e costas fortalecidos,
Nem querer ser estimado por todos,
Sem ao menos, por si próprio amado.
Desejo bom, é aquele não só apenas
Em vontade, longe de ser realidade
Desejo bom, é quando quer, realizas.
O ódio e alguém muito mau combinam,
A raiva e uma situação aboninável,
Assim como a carência e ter á quem.
Um enquadramento, na mente e olhar,
Ânsia para conhecer e saber tudo,
Tendo ali, uma biblioteca popular.
Não são iguais, á querer o mundo,
Sem ombros e costas fortalecidos,
Nem querer ser estimado por todos,
Sem ao menos, por si próprio amado.
Desejo bom, é aquele não só apenas
Em vontade, longe de ser realidade
Desejo bom, é quando quer, realizas.
O ódio e alguém muito mau combinam,
A raiva e uma situação aboninável,
Assim como a carência e ter á quem.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Soneto Dita
Indomável, palavra dita
Lembra o que me inspira,
Longe chegar, sem precisar
Questionar, se irá voltar;
Das quedas esta que não
Cai, duro, no sólido chão,
Mas flutua até o destino,
Caso: morte, é voltar menino.
Não entende o não querer,
E nem o muito bem querer,
Mais importante é ali ser.
E se sou, meu ar se torna
Algo que passeia por ti,e
Dentro da tua boca, entorna.
Lembra o que me inspira,
Longe chegar, sem precisar
Questionar, se irá voltar;
Das quedas esta que não
Cai, duro, no sólido chão,
Mas flutua até o destino,
Caso: morte, é voltar menino.
Não entende o não querer,
E nem o muito bem querer,
Mais importante é ali ser.
E se sou, meu ar se torna
Algo que passeia por ti,e
Dentro da tua boca, entorna.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Soneto da Escolha
Palavras nada valem,
Sem o peso da escolha,
Por algo novo em folha,
Grande, na entrega tem.
Achar-se, um entediado,
Jamais, se em algum aqui,
Mundo do agora, conectado,
Sons, cores, sabor caqui...
E inesperado apareçe
Um brilho de arco íres
Á mim, á troca, enaltece.
Pelo "Sonhar com o sonho",
Um pote de ouro proponho,
Felizes e serenos viver.
Sem o peso da escolha,
Por algo novo em folha,
Grande, na entrega tem.
Achar-se, um entediado,
Jamais, se em algum aqui,
Mundo do agora, conectado,
Sons, cores, sabor caqui...
E inesperado apareçe
Um brilho de arco íres
Á mim, á troca, enaltece.
Pelo "Sonhar com o sonho",
Um pote de ouro proponho,
Felizes e serenos viver.
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